Cia Cuca de Teatro
 

 

     
 

Henrique Motté

Elizete Destéffani

Geovane Mascarenhas

Neide Kocca

Maristela Araújo

Jacy Queiroz

Jailton Nascimento

Fernando Pedro Maria

Fabiana Zada

Itamar Vieira

Turma dos Bastidores

 
 

 

 
   

 


Jailton Nascimento

Jailton e seu palhaço, Senhor Maravilhoso

Senhor Maravilhoso

Foi uma gestação longa, adiada, interrompida... Tive meu primeiro contato com o palhaço com nosso mestre João Lima, em 2002, nos ensaios preparativos para a estréia do espetáculo “Maria Minhoca”. Quando estava gostando da coisa, tive que abandoná-lo, pelo menos temporariamente, por motivos profissionais.

Somente cinco anos mais tarde, em 2007, ao retornar para a Cia Cuca de Teatro, meu palhaço ressurgiu. Foi Alexandre Casali, um profissional e pessoa iluminada, que conseguiu me mostrar que dentro desse casulo, dentro dessa pessoa racional e meticulosa, existia o Senhor Maravilhoso. Um ser capaz de chocar minha racionalidade, travando uma briga interna sem precedentes, mas que só eu, no meu todo, sou capaz de perceber os ganhos com a sua descoberta. Seja bem vindo Senhor Maravilhoso!

Sou muito brincalhão, mas o fazer teatro para mim é coisa séria. Estou me redescobrindo com a pesquisa do meu palhaço, buscando aprender a ser criança de novo, resgatando a inocência e libertando a alma das amarras que no dia a dia nos prende.

Ator

Natural de Feira de Santana, Bahia, e formado em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Jailton conheceu o teatro um pouco tardiamente e meio que por acaso, ao procurar o Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA) em 1995 para se inscrever nas aulas de violão. O adeus ao violão não demorou. Bastou que Jailton ingressasse como aluno ouvinte no curso livre de teatro do CUCA e, paralelamente, frequentasse a oficina de teatro para adultos. De cara foi convidado por Geovane Mascarenhas a participar do espetáculo “Efeito: uma causa no passado”, vencedor do VIII Festival de Inverno da Bahia. Esse foi o início de muitos outros trabalhos.

Convidado a fazer parte da Cia Cuca de Teatro, em 1999, para atuar no espetáculo “A flauta de Pã”, Jailton só se integrou à trupe no ano seguinte. Após um breve afastamento dos palcos por outros motivos profissionais, o ator estreou no grupo na pele de Zeca Grude, na montagem “Só depende de Nós”. Em 2001, Jailton era o protagonista da primeira versão da peça A Flauta de Pã. Seu jeito organizado e responsável, aliado ao aprendizado mais recente de procurar não ser tão exigente consigo mesmo e com o outro, o tornaram um verdadeiro exemplo para o grupo.

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